fcb.portal.reset.password

Rafinha, durante o jogo contra a Costa Rica / RAFAEL RIBEIRO-CBF

Faltavam dez minutos para terminar a partida entre Brasil e Costa Rica quando Dunga decidiu realizar as duas últimas alterações do amistoso, promovendo as entradas dos culés Neymar Jr e Rafinha. Ambas as substituições foram notáveis: o atacante voltava a vestir a camisa verde-amarela pela primeira vez desde a Copa América, enquanto o meia fazia sua estreia oficial com a seleção principal de seu país. "É o dia mais feliz da minha vida", definiria Rafinha ao site da CBF após o jogo, terminado em 1 a 0 para o Brasil (gol de Hulk). "Imaginei este dia inúmeras vezes, mas a realidade foi ainda melhor".

Rafinha cresceu jogando bola sob a influência do pai, o tetracampeão Mazinho e, como muitos meninos brasileiros apaixonados por futebol, tentando imitar os ídolos brasileiros que ganharam a Copa de 2002 (entre os quais os ex-culés Ronaldo, Rivaldo Ronaldinho e Edmílson - assistente de Dunga no duelo de ontem -, além de Kaká, que ainda atua na Seleção). "Quando era garoto e jogava pelada com meu irmão [o ex-barcelonista Thiago Alcântara] no Vivendas, o condomínio que a gente morava, gostava de brincar que era um dos jogadores daquele time", afirmou. "Sempre quis usar essa camisa justamente por causa deles".

Voltar ao início