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Messi e Mascherano, durante o jogo contra a Colômbia / AFA

Duas das maiores referências da Seleção Argentina, o capitão Leo Messi e o "jefecito" Javier Mascherano ostentam esplendorosos currículos como jogadores do FC Barcelona, clube pelo qual venceram todos os torneios possíveis. Agora, nesta Copa América do Chile, eles têm a oportunidade de se sagrarem campeões por seu país pela primeira vez.

Com uma coleção de troféus de respeito, que inclui duas Copas do Mundo (1978 e 1986), uma Copa das Confederações (1992) e 14 Copas América (1921, 1925, 1927, 1929, 1937, 1941, 1945, 1946, 1947, 1955, 1957, 1959, 1991 e 1993), a Argentina não vence nenhum título com seu time principal há 22 anos. O último troféu foi justamente a edição de 1993 do torneio sul-americano. Desde então, a alviceleste quase "chegou lá" algumas vezes, notavelmente no Mundial de 2014 – quando perdeu a decisão para a Alemanha no Maracanã –, mas acabou sempre de mãos abanando.

A campanha

Primeira colocada do Grupo B, com Paraguai, Uruguai e Jamaica, nesta edição da Copa América, a Argentina eliminou a Colômbia nas quartas de final e enfrentará os paraguaios mais uma vez, amanhã, desta vez pela semifinal. O retrospecto é totalmente favorável a Messi e companhia: pela competição, as duas seleções se enfrentaram 22 vezes, com 18 vitórias argentinas e quatro empates – o último na estreia de ambos os times neste campeonato (2-2).

Mesmo com o jejum continental, os argentinos são os segundos maiores ganhadores de Copas América,. Venceram apenas uma vez a menos que o Uruguai, campeão 15 vezes. São, também, recordistas em vice-campeonatos, conquistados em 12 ocasiões 1916, 1917, 1920, 1923, 1924, 1926, 1935, 1942, 1959-II, 1967, 2004 e 2007). No total, jogaram 39 edições do certame.

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