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Luis Suárez marcou pelo segundo jogo consecutivo / FOTO: MIGUEL RUIZ - FCB

  • Intensidade: O Atlético de Madrid de Simeone se destaca por sua intensidade. No jogo de domingo, porém, a equipe azul-grená foi melhor em todos os aspectos, inclusive neste. Todos os jogadores em campo se desgastaram muito fisicamente e pressionaram, fazendo com que os madrilenos não se sentissem à vontade nem pudessem impor seu estilo.

  • Leo Messi: Antes do jogo, a LFP homenageou o craque argentino como o maior artilheiro da história da competição. Em resposta, o camisa 10 mostrou não só seu faro de gol implacável, anotando um dos três tentos da partida – seu 259º na Liga -, como também foi responsável pelas jogadas que originaram os outros dois.

  • Neymar: A fase do atacante paulista só melhora. Depois dos dois 2 gols de quinta contra o Elche pela Copa, Neymar deu continuidade a seus invejáveis números na temporada, balançando as redes pela 17ª vez em 21 partidas oficiais esta temporada. Já são dois a mais do que os que anotou em toda a temporada passada. Vibrante e taticamente importante, o ex-santista não se intimidou nem com a violenta entrada de Giménez, que fez o seu tornozelo sangrar.

  • Suárez: Mostrando um grande repertório de habilidades, o uruguaio foi muito combativo, um verdadeiro pesadelo para a defesa colchonera. Deu dois passes açucarados a Neymar - um resultou no primeiro gol – e também guardou o seu, pelo segundo jogo seguido.

  • A torcida: o clima foi como no dos grandes jogos. Com o segundo melhor público na temporada - 81.658, atrás apenas dos 82.570 do duelo contra o PSG pela Champions -, o Camp Nou esteve elétrico, contagiando os jogadores.

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