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Iniesta: fundamental /FOTO: MIGUEL RUIZ - FCB

Fator Camp Nou: pouco antes do início da partida houve um minuto de silêncio em homenagem a Udo Lattek, ex-treinador do FC Barcelona falecido no dia 31 de janeiro. Ao som do apito do juiz, porém, os 57.378 espectadores passaram a incentivar o Barça com intensidade e não pararam até o final. O duelo contra o Villarreal era o último da Copa do Rei no estádio – a final disputa-se em duelo jogo em campo neutro – e, como nos outros três ocorridos em casa, contra Huesca, Elche e Atlético de Madrid, os culés saíram na frente.

Pressão: tanto o trio ofensivo, com Suárez mais à frente, quanto o meio de campo pressionaram a saída de bola adversária, para não deixar o time amarelo visitante à vontade. A recompensa veio com o primeiro gol azul-grená, quando Iniesta e Neymar contribuíram para que o uruguaio roubasse a bola de Musacchio e tocasse para Messi concluir.

Iniesta: capitão na noite de quarta, o meia foi um líder em campo. Andrés, que descansara no domingo quando o Barça venceu o Athletic de Bilbao, brilhou tanto na defesa quanto no ataque. Marcou o gol do desempate e protagonizou diversos lances que renderam aplausos do Camp Nou. O melhor aconteceu no final quando, cercado por quatro rivais, só se deteve com falta.

Capacidade de reação: repetindo o que já ocorrera em Bilbao se repetiu ontem, com o Barça respondendo quase imediatamente a um gol adversário. Contra o Athletic, os culés marcaram apenas 2 minutos e 26 segundos após o gol de Aduriz; ante o Villarreal, apenas 1 minuto e 46 separaram os gols de Trigueros e Iniesta.

Mascherano: Luis Enrique adiantou o argentino ao meio e acertou. Sua boa colocação, seu espírito de luta e sua personalidade foram fundamentais para impedir perigosas transações do ataque visitante. A torcida ovacionou o argentino em jogadas como a do minuto 61, quando ele deu carrinho limpo para desarmar o velocíssimo Cheryshev.

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