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O FC Barcelona estava comprometido com a reforma social, política e cultural iniciada pelo Governo Republicano Catalão. O informativo oficial do clube em outubro de 1932 esclareceu a posição do clube: “A popularidade do nosso clube inclui, indiscutivelmente, elementos que não estão relacionados ao esporte”. A participação em atos políticos e culturais fazia parte desse comprometimento.

No início da Guerra Civil, os funcionários do clube se depararam com a possibilidade do FC Barcelona ser tomado deles, fazendo com que eles tomassem uma importante decisão que viria a salvar a organização. O comitê demonstrou o seu empenho em não se separar da sua liderança pré-guerra.

A década de 1930 foi marcada por instabilidade política e crise geral, que inevitavelmente cobraram o seu preço do FC Barcelona. Durante esta década, o clube se deparou com diversos eventos cataclísmicos, incluindo a morte do seu fundador, a Segunda República Espanhola, a Guerra Civil Espanhola e o assassinato do seu presidente, Josep Suñol. Resumindo, foi um período caracterizado por incertezas, onde se viu uma redução no número de sócios e o cancelamento dos contratos de alguns jogadores.